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A felicidade onde ela está

sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Eu não sei se tenho feito tudo exatamente do jeito que deveria, ao ao menos do jeito que gostaria, a única coisa que sei e posso afirmar é que tenho feito tudo do jeito que posso.

Infelizmente (ou felizmente, você decide) não fui programada para atender à regras e nem para ser rigidamente obediente. Eu só sou eu. E é extremamente irritante quando alguém tenta te mudar. Assim como é extremamente alucinante quando alguém NÃO tenta.

A receita de um relacionamento feliz e agradável está neste contexto de "te amo, ponto." Sem mas, nem e se, sem vírgulas. É tão simples que chega a ser banal. E é tão ridiculamente difícil para algumas pessoas que chega a ser estressante.

Apesar de sempre desejar o mais e o melhor, eu me sinto feliz com a minha vida, a minha simplicidade. E é bem ai que se encontra aquela tão famosa felicidade que todos procuram. Eu acabei aprendendo com o tempo (e maturidade) que felicidade é algo que o dinheiro pode comprar, mas não sustentar. É uma felicidade momentânea, e esta não me serve. Definitivamente não é meu número.

Não adianta de nada eu querer sonhar com planos impossíveis para mim. Como um intercâmbio: ia ser maravilhoso conhecer outro lugar, outras pessoas, mas estaria perdendo tudo isso que está bem aqui diante dos meus olhos, me acolhendo, me aconchegando. É mesmo apenas um sonho que consiguirei ficar longe da minha mãe, do meu avô, enfim, da minha família. É mesmo uma miragem que vou conseguir não assistir o crescimento da minha irmã, suas primeiras palavras, primeiros passos e, consequentemente, primeiros namorados (escondidos do pai, é claro).

Eu não quero perder TUDO isso.

Por isso passei a fazer meus planos adequarem á minha vida, e não a minha vida à eles.

É muito difícil perceber na hora, mas pensando bem, e pensando sériamente, fugir realmente não é a solução para tudo. Sentirei saudades? Eternamente. Mas não só aqui, e sim em qualquer lugar que eu ir nesse mundinho, do Oiapoque ao Chuí. E vai ser ruim? Sempre. Por isso que tenho que me unir mais ainda de quem me apoia, confia em mim e me quer por perto. Ficar longe definitivamente não é a solução.

Eu sinto uma imensa saudade da minha mãe apenas ficando alguns dias longe, minha vida, meu tudo. A única que sempre estará de braços abertos para mim, aquela que eu amo e confio. Meu pai, minha mãe, ela foi e é tudo isso e um pouco mais.

E eu não tenho vergonha de dar beijo, andar de braço dado, eu amo ela, e isso não é vergonhoso de forma alguma. Agora pergunto uma coisa. De que jeito terei coragem de abandonar tudo isso?

2 comentários:

  1. ]Laris[ disse...:

    Obrigada pela visita!!!!
    lindo o blog,
    bjo

  1. Um pouco de mim disse...:

    Lindo o seu Blog May parabéns

RÁ. Te peguei