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#Amigosmudandoomundo

domingo, 27 de maio de 2012
Eu estava em casa à tarde esta semana quando de repente toda minha rua parou para olhar uma fumaça aparentemente de incêndio muito alta que achamos que era procedente de uma das casas vizinhas. Minha mãe, sempre curiosa, pegou o carro para seguir os rastros da fumaça e eu logo fui junto. Acabamos dirigindo até o porto seco quando notamos que a fumaça só era tão espessa e tão alta porque algum idiota tinha decidido queimar lixo inflamável. Aquilo me deixou muito irritada pois isso sempre foi contra todos os meus princípios, mas, foi pensando nisso ao voltar para casa que cheguei à conclusão de que ninguém é realmente culpado das coisas que faz, pois ninguém é apenas bom ou apenas mal, somos seres humanos. E ser humano diferente de qualquer ser vivo é extremamente complexo em seus pensamentos e atos. Nós agimos conforme as instruções que nos foram dadas por toda nossa vida principalmente dentro de casa. É isto que a minha vó tentou incessantemente me ensinar por toda a vida dela, de que nós não devemos julgar as pessoas nem ter rancor quando alguém nos faz algo de errado por dois simples motivos: o primeiro é que a nossa vida é tão curta e tão difícil já por si só que não vale a pena ficar perdendo tempo; e o segundo é o de que ninguém tem realmente ideia do que está fazendo quando faz. Deveríamos na verdade combater a maldade e a ignorância com educação amor e paz, pois nós amamos e respeitamos as pessoas quando nos sentimos amados e respeitados.
Aonde eu quero chegar com isto?
Nós deveríamos, senhores políticos, investir excessivamente na educação deste país, expurgando das escolas todas as diretoras e professoras violentas e maníacas, tornar as escolas do nosso Estado lugares confortáveis para as crianças, lugares onde elas podem sentar-se e aprender a respeitar todas as formas de vida deste planeta (pois ninguém se torna um bom caráter sendo expert em física ou matemática), lugares onde as nossas crianças se sintam à vontade para ser quem elas querem ser sem medo de represálias, bullying ou qualquer ato que a fizesse crer que pudesse ser uma vergonha ser diferente. E então estas crianças além de se tornarem cidadãos melhores iam se tornar pais melhores e então nós construiríamos um mundo melhor.
Com certeza se eu me encontrasse com quem quer que seja que ateou fogo àquela pilha de lixo inflamável, ao invés de bombardeá-lo com grosserias e hostilidades, faria com que ele visse o quanto aquela sua atitude impensada afeta milhares de vidas, e lhe explicaria que se queremos um mundo melhor ou, pelo menos, um que não se acabe em efeitos estufa e raios mortais ocasionados por enormes buracos na camada de ozônio, temos que começar a construí-lo nós mesmos.
Amigos unidos para mudar o mundo.

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RÁ. Te peguei